Em 5 rodadas, time já iguala número de derrotas de todo o turno

Jonatas tenta um bloqueio sobre Douglas Souza, jogador mais regular da Superliga até aqui (Assessoria Sesi/SP)
COM A necessidade de rodízio diante do desgaste da sequência de jogos, Montes Claros Vôlei não resistiu ao Sesi/SP; sábado será o tira-teima contra o Funvic/Taubaté

EM APENAS cinco rodadas do returno, o Montes Claros Vôlei já atingiu o número de derrotas sofridas em 11 jogos pelo primeiro turno da Superliga Nacional 2016/2017. Nessa quarta-feira, perdeu para o Sesi/SP por 3 sets a zero, em São Paulo, parciais de 25/20, 25/21 e 25/18, e se manteve na quinta colocação geral com 31 pontos.

ASSIM, O time interrompe a reação que teve na última semana, quando recebeu o Bento Vôlei e o São Bernardo, com duas vitórias em casa (3x1 e 3x0), quando parecia recuperar a melhor forma técnica e física. A parada de fim de ano, tirou um pouco do ritmo de jogo que rendeu no turno a terceira melhor campanha geral.

O FATO é que não há tempo para lamentos, já que o time voltará à quadra neste sábado, às 21h30, contra o Funvic/Taubaté, no Ginásio Poliesportivo Tancredo Neves. O jogo será um tira-teima, já que na temporada há uma vitória para cada lado. Haverá transmissão ao vivo pelo canal a cabo Sportv.

EM SP

A PREVISÃO
já era de uma partida complicada diante do Sesi, em São Paulo, não apenas pelos selecionáveis do outro lado da quadra (Bruninho, Théo, Serginho, Riad e Lucão), mas também pelo fato de os paulistas estarem firmes na vice-liderança da competição com seis vitórias consecutivas antes deste confronto com o MOC Vôlei. Mas a derrota evidenciou alguns reflexos do desgaste com a sequência de jogos. O técnico Marcelinho Ramos utilizou todos os jogadores à disposição e fez um rodízio entre ponteiros.

JONATAS COMEÇOU como titular na ponta, mas atuou apenas no primeiro set. Cléber Mineiro jogou nos demais e foi o maior pontuador do Montes Claros com 9 acertos. A mesma coisa aconteceu na rede, com Robinho como um dos centrais na formação inicial e Thiago Salsa atuando na sequência dos sets.

A ESCALAÇÃO teve Luan Weber, Murilo Radke, Jonatas, Bob, Robinho e Dianini – líbero Gianzinho. Entraram Cléber Mineiro, Salsa, Índio, Alê e Wanderson. Em recuperação física, Rafael Martins e Reffatti não viajaram para São Paulo.
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Christiano Jilvan

Jornalista com quase 20 anos de profissão. Foi repórter e subeditor do Jornal de Notícias por mais de uma década, além de freelancer para os jornais O Globo, Folha de S. Paulo, Estadão, Estado de Minas e O Tempo. Colaborador para as TVs Geraes, Canal 20 e InterTV e Rádios Terra AM e Transamérica FM.

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