Até a visita da tocha é motivação para “Canha”

JOGADOR FAZ referência ao ano olímpico e chegara´à cidade junto à esposa e ao filho: "família por perto é muito importante"

A FORÇA do braço esquerdo nos ataques rendeu a André Nascimento o apelido de “Canha” – alusivo à potência de um canhão. Ele garante que no Montes Claros poderá render da mesma forma. “A torcida aqui ajuda a qualquer um. Não me sinto no final de carreira. Estou bem fisicamente e faço plano de jogar por mais quatro anos, pelo menos”, prevê.

COM EXPERIÊNCIA em duas olimpíadas com conquistas de medalhas em 2004 e 2008, o jogador revelou que a proximidade do ano olímpico, com os Jogos no Rio em 2016, também pesou na sua volta à principal competição do País na modalidade. “O vôlei é o esporte que lidera a venda antecipada de ingressos, além do que Montes Claros está no roteiro das cidades do interior do País que receberão a tocha olímpica. Ou seja, o Brasil respira os jogos olímpicos e quero fazer parte deste ambiente de alguma forma”, completou.

FAMÍLIA

POR FIM, o jogador confirmou que a esposa e o filho Kalel também virão morar em Montes Claros durante a temporada 2015/2016. “Não são exigente, mas condicionei a minha vinda com a presença da minha família ao meu lado. Acho isso muito importante para o dia a dia fora de quadra”, explicou.

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ANDRÉ REVELOU que, do novo grupo do Montes Claros, somente atuou ao lado do levantador Índio, no Minas Tênis. “Joguei contra o Thiago Salsa, que é contemporâneo, mas no mesmo time é algo inédito. Os demais serão meus companheiros também pela primeira vez”, disse.
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Christiano Jilvan

Jornalista com quase 20 anos de profissão. Foi repórter e subeditor do Jornal de Notícias por mais de uma década, além de freelancer para os jornais O Globo, Folha de S. Paulo, Estadão, Estado de Minas e O Tempo. Colaborador para as TVs Geraes, Canal 20 e InterTV e Rádios Terra AM e Transamérica FM.

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