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Copa MG de Natação: Projeto CBDA/Correios busca o título na fase Central

EQUIPE DE Montes Claros briga ponto a ponto com o Sesi/Betim pelo título geral da regional mais técnica do Estado

A equipe de MOC pode conquistar o título geral da fase Central no Sest/Senat
COM 43 atletas entre 10 e 17 anos, o Projeto Social CBDA/Correios, do Montes Claros Tênis Clube/Prefeitura, disputará neste sábado, a 5ª e última etapa da fase Central da Copa MG de Natação. Será no clube do Sest/Senat, em Belo Horizonte, a partir das 9h30, em piscina de 25 metros. A delegação segue viagem à meia-noite.

OS MONTES-clarenses estão na briga direta pelo título geral por equipe da fase central. Na classificação, ocupam o segundo lugar com 7.358 pontos, atrás apenas do Sesi/Betim, que tem menos de mil pontos à frente. A fase Central é considerada a de maior nível técnico entre todas as regionais da Copa MG diante da tradição das equipes participantes – em geral, de BH e de cidades próximas à Capital.

NAS QUATRO etapas anteriores, com a somatória dos resultados individuais de todos seus atletas, a CBDA/Correios/MOC obteve o primeiro lugar em duas (PUC Minas/BH e Conselheiro Lafaiete) e um terceiro lugar (Sest/Senat – BH). Por causa da coincidência de datas com a disputa da fase Norte, a equipe não pôde disputar a segunda etapa da fase Central (São João Del Rey).

FINAL GERAL

EMBORA O título geral seja um reconhecimento ao trabalho dos técnicos e à aplicação dos atletas nos treinos e competições, independente do resultado na fase Central, o projeto disputará as finais da Copa MG, entre os dias 21 e 23 de novembro, no Clube Dom Pedro II (Lafaiete), que reunirá todas as equipes inscritas nas demais regionais (Norte, Sudeste, Centro-Oeste, Leste, Sul, Vale Rio Doce e Triângulo).

UMA DAS coordenadoras do projeto, a professora Maristela Soares explica que o Projeto Social é financiado por meio do convênio entre a Confederação Brasileira de Desportes Aquáticos (CBDA), Correios e a Prefeitura (via Montes Claros Tênis Clube). Atende 400 crianças e jovens de escolas públicas da cidade – a maioria em situação de risco. O atleta só participa se estiver frequente na escola e com as notas acima da média. “Para muitos deles, é o primeiro com um esporte de competição. A aplicação me impressiona. Alguns já têm índice de eficiência compatível com atletas da seleção mineira”, disse Maristela.

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