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"Comissão física" explica como será a rotina inicial dos atletas do MOC Vôlei

SERÃO PELO menos dez dias de avaliação médica e testes físicos, além de uma carga leve de treinamentos

Preparadores Pedro Henrique e Rodrigo Gonçalves e o fisioterapeuta Jomar Almeida
NESTES PRIMEIROS dias de trabalho do Montes Claros Vôlei/MCTC, os atletas já encararam uma maratona de exames e testes que consistem nas avaliações médica, física e fisioterapêutica. Os trabalhos são coordenados pelos preparadores Pedro Henrique Castanha e Rodrigo Gonçalves e pelo fisioterapeuta Jomar Almeida.

A PARTIR da definição do perfil de cada atleta, a comissão técnica atuará para minimizar as diferenças. O objetivo é deixar o condicionamento físico do grupo o mais nivelado possível para, daí, partir para os treinos mais intensos.

DE ACORDO com Jomar Almeida, cada atleta passará por avaliação cardíaca, odontológica, ortopédica, além dos exames de sangue e clínicos, teste postural e de capacidade respiratória, antropometria e avaliação dos níveis aeróbicos e anaeróbicos.

ACADEMIA E AREIA

ASSIM, NOS primeiros dez dias, os treinos estarão restritos a musculação e trabalho na areia, com simulação de movimentos de quadra. “Além de ajudar na avaliação de mobilidade, a areia reduz bastante o impacto do atleta e o risco de lesões”, explicou Jomar. Nessa sexta-feira, por exemplo, os atletas fizeram trabalho no "slackline", como avaliação do equilíbrio e coordenação.

Rodriguinho no exercício de "slackline"
PEDRO HENRIQUE, o Peu, vem do futebol. Nos últimos dois anos, trabalhou na preparação física do Montes Claros Futebol Clube. O esporte especializado não é novidade no currículo. Peu fez parte da comissão técnica da seleção mineira de basquete feminino sub-17, campeã brasileira de estados em 2011. “Cada modalidade tem a sua particularidade, mas o fundamento da preparação física é basicamente o mesmo”, explicou.

JÁ RODRIGO Gonçalves está de volta ao ambiente do vôlei. Fez parte da comissão técnica do primeiro time que a cidade teve em duas temporadas entre 2010 e 2012. Aos 26 anos, é formado em educação física e fisioterapia – além de ser professor universitário – e deve acumular as duas funções no decorrer dos trabalhos. “No vôlei, assim como outros esportes, há uma relação entre estas duas áreas”, resumiu.

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