Funorte já enxerga “campeonato particular” e prevê “guerra” com a URT para não cair

Campanha do Funorte é pífia, com 3 derrotas; clube já fez dispensas e
estuda a troca de comando caso não conquiste pontos diante do Mamoré
SEM UM ponto sequer após o cumprimento de três rodadas, O Funorte já reconhece que vive outro “campeonato” dentro do Mineiro do Módulo II. A primeira missão passa a ser deixar a lanterna da Chave A e a ameaça de rebaixamento automático para a Segunda Divisão 2013. Embora tenha o líder Mamoré pela frente na próxima rodada, segunda-feira à noite, em Patos de Minas, o Tricolor sabe que será diante do outro time daquela cidade, a grande disputa particular para fugir da ameaça de queda.

NA CLASSIFICAÇÃO atual, apenas um ponto separam URT e Funorte. Após a rodada do fim de semana que vem, os dois times jogarão duas vezes seguidas entre si pela quinta e última rodada do turno, dia 17 de março, em Montes Claros, e no dia 25 seguinte, já na abertura do returno, no estádio Zama Maciel, em Patos de Minas. “Se a gente somar pelo menos quatro pontos diante da URT é bem provável que deixemos de lado essa ameaça de rebaixamento”, prevê o diretor de futebol Odair D’arc Borges.

AMEAÇA EXISTE

Funorte do meia Esquerdinha (com a bola) aposta em confrontos diretos
com a URT para fugir da ameaça de rebaixamento na Chave A
SEGUNDO ELE, mesmo com mais sete jogos pela frente (21 pontos em disputa) não há como o time se concentrar numa possível chance de classificação se já está convivendo com a ameaça de rebaixamento. “Uma coisa de cada vez, até porque a URT vive uma situação parecida à nossa”, completou.

ENQUANTO O rival Sapo vive o alto astral da primeira colocação da chave e de forma invicta, a URT amarga ao lado do FEC duas das piores campanhas da Chave A. A crise pelo lado do Mangueirão, como é apelidado o estádio Zama Maciel, já provocou a troca de comando com a saída de Zezito e a chegada do técnico Auecione.

DO LADO tricolor, a troca de treinador não está descartada tendo em vista que a diretoria admitiu que foi atrás de nomes mais experientes que o do atual comandante Borges. Paulo César Alencar, Pereira e Hamilton Lima foram procurados. (fotos: Agesporte)
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Christiano Jilvan

Jornalista com quase 20 anos de profissão. Foi repórter e subeditor do Jornal de Notícias por mais de uma década, além de freelancer para os jornais O Globo, Folha de S. Paulo, Estadão, Estado de Minas e O Tempo. Colaborador para as TVs Geraes, Canal 20 e InterTV e Rádios Terra AM e Transamérica FM.

1 comentários:

Leandro Donizette disse...

Admitindo essa briga com a URT, a contratação do Zezito é a solução!
O Mamoré fez isso com o Luiz Eduardo (ex-FEC) ano passado e deu certo...

Sem contar que Hílio deve sair logo, e o Funorte tem que sair do mesmo círculo de treinadores.
Hamilton Lima no FEC é lenda. Sempre é especulado e nunca aparece.