"Vôlei na TV aberta é história", diz técnico ao fazer projeção milionária de transmissão

Jorge vê exposição dos profissionais e das marcas como algo histórico
SOBRE O fato de o vôlei masculino voltar a uma transmissão em TV aberta, ainda mais em se tratando apenas de uma fase classificatória, o técnico Jorg Schmidt considera o fato como histórico, “porque não épico”, já que acontece comumente só com a Seleção Brasileira em competições como a Liga Mundial – e só.

NA SUA avaliação, “o Montes Claros foi premiado na escolha pela transmissão desse jogo” que reedita a final da Superliga Nacional 2009/2010, vencida pelos catarinenses, no confronto único de São Paulo/SP. “Melhor ainda será se ganharmos. Diria como uma afirmação em todos os sentidos”.

O COMANDANTE do Montes Claros considera como de projeção mundial a visibilidade que todos do time e da cidade ganharão diante do jogo transmitido. “Tenho 31 anos de trabalho com o voleibol e sei exatamente o que representa esse momento. Sempre batalhamos para que isso acontecesse [jogo de vôlei em TV aberta]. Guardadas as devidas proporções, teremos por algumas horas a mesma projeção, receptividade do público brasileiro e tratamento de mídia do que é dado ao futebol”, prevê o treinador gaúcho, que nos gramados é torcedor do Grêmio/RS.

NAS SUAS contas, somente com uma partida como essa com exibição para todo o País, ao exibir nomes e marcas, garante aos patrocinadores do clube uma economia superior a R$ 3 milhões. “Vá ver quanto custa ficar anunciando num canal aberto por tanto tempo assim?”, projeta o treinador do Montes Claros. - foto: vipcomm
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Christiano Jilvan

Jornalista com quase 20 anos de profissão. Foi repórter e subeditor do Jornal de Notícias por mais de uma década, além de freelancer para os jornais O Globo, Folha de S. Paulo, Estadão, Estado de Minas e O Tempo. Colaborador para as TVs Geraes, Canal 20 e InterTV e Rádios Terra AM e Transamérica FM.

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