Jorge explica os dois opostos em quadra: "queria os melhores sacadores na mesma formação"

A MUDANÇA a partir do segundo set, quando o time teve seus dois opostos de origem Tuba e Pereyra dentro de quadra ao mesmo tempo, mas com o argentino fazendo a função de ponteiro, segundo o técnico do BMG/Montes Claros, Jorge Schmidt, foi uma decisão de grupo.

“TESTAMOS ISSO nos treinos, mas consultei os próprios jogadores naquele momento para saber se podíamos fazer isso”, explicou. Segundo ele, a medida teve outro ponto: “colocamos em quadra nossos melhores sacadores e no set que ganhamos isso aconteceu, mas nos demais o Minas foi sempre superior; não é vergonha assumir que o adversário foi melhor que a gente”.

MESMO COM bons momentos na partida, como os pontos seguidos de saque, o argentino Pereyra foi um dos que mais lamentaram a nova derrota em casa. Saiu esbravejando e chegou a chutar duas espumas de publicidade, além de bater o portal do vestiário. Pegou a mochila e saiu do ginásio sem gravar com a imprensa.

JÁ TUBA foi o maior pontuador da noite, com 18 acertos, mas insuficientes para que o time chegasse mais próximo à classificação para os play-offs. Adversário de amanhã, o Vôlei Futuro tem 33 pontos e ocupa a segunda colocação geral da Superliga e pela grande vantagem sobre o nono colocado, o próprio Esquilão, já estaria matematicamente classificado para o mata-mata.
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Christiano Jilvan

Jornalista com quase 20 anos de profissão. Foi repórter e subeditor do Jornal de Notícias por mais de uma década, além de freelancer para os jornais O Globo, Folha de S. Paulo, Estadão, Estado de Minas e O Tempo. Colaborador para as TVs Geraes, Canal 20 e InterTV e Rádios Terra AM e Transamérica FM.

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