Coleção de derrotas

BMG/MONTES Claros perde a terceira seguida por 3x0 e já sente a pressão por bons resultados depois do recesso de fim de ano

O NATAL DO
BMG/Montes Claros foi de cabeça quente, após a terceira derrota seguida na Superliga Nacional de Vôlei 2011/2012, quinta-feira à noite, no Ginásio Poliesportivo Tancredo Neves, para o paulista Vôlei Futuro. Assim como nos dois compromissos anteriores, o revés foi também por três sets a zero, parciais de 25/22, 25/29 e 25/23, diante de 1.777 pessoas. Isso mexeu com a paciência de alguns torcedores.


ANTES DA quinta-feira, o Montes Claros já havia sido derrotado pelo Cimed/Sky, sábado, em Montes Claros, e pelo Vivo/Minas, terça-feira, em Belo Horizonte. A combinação das últimas três rodadas, mesmo sem a conquista de um ponto sequer, ainda manteve o time na oitava colocação, última do G-8, como é chamada a zona de classificação para os play-offs.

O JOGO

FALAR QUE o time esteve ruim durante todo o tempo seria exagero. No primeiro set, o BMG/Montes Claros conseguiu encaixar o saque e os ataques e esteve à frente dos dois tempos técnicos. Chegou a abrir uma vantagem de seis pontos (17|11) e parecia que a vitória seria questão de minutos. Engano. Com a eficiência do cubano Camejo, do levantador Ricardinho e do oposto Lorena, o Vôlei Futuro reagiu de tal forma que conseguiu a virada nos 30 minutos de duelo: 25/22.

NOS SETS seguintes, a impressão que se tinha era de nervosismo entre a maioria dos jogadores do BMG/Montes Claros. No segundo, por exemplo, a sequência de erros de recepção e jogadas de rede deixou o Vôlei Futuro abrir uma vantagem de 10 pontos. A reação veio com os ataques e os erros do adversário, mas tardia demais: 19/25.

UM POUCO mais equilibrado, o terceiro set, até porque o Montes Claros esteve à frente no primeiro tempo técnico, teve como vantagem os erros cometidos pelos visitantes (cinco a mais que o Esquilão), mas o ataque voltou a falhar, enquanto o bloqueio funcionou apenas uma vez. Bem na rede e nos contra-ataques com Oreol Camejo e Lorena, o Vôlei Futuro fechou em 32 minutos: 25/23.
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Christiano Jilvan

Jornalista com quase 20 anos de profissão. Foi repórter e subeditor do Jornal de Notícias por mais de uma década, além de freelancer para os jornais O Globo, Folha de S. Paulo, Estadão, Estado de Minas e O Tempo. Colaborador para as TVs Geraes, Canal 20 e InterTV e Rádios Terra AM e Transamérica FM.

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