Pela campanha, Tricolor parece sofrer com o efeito "Robin Hood"

SE ANALISADOS os resultados do hexagonal final até agora, o Funorte parece sofrer com a síndrome de “Robin Hood”, ao ganhar pontos dos clubes mais tradicionais e tropeçar nos colegas pequenos. Nas duas primeiras rodadas venceu Atlético (3x1) e Cruzeiro (1x0), mas nas duas seguintes apenas empatou com o Tupi (1x1) e agora foi superado pelo Itaúna.

“SERIA ATÉ natural perder para Atlético e Cruzeiro pela estrutura que tem, mas se ganhamos é porque o nosso time tem muita qualidade”, reforçou o treinador do Funorte após sua primeira vitória na fase decisiva. “A gente perdeu apenas uma partida e não o campeonato. Há tempo de recuperação e que seja diante do América”, completou Hílio Borges.

TÉCNICO DO Itaúna, Hamilton Lima foi auxiliar do time profissional do Funorte na primeira parte do Campeonato Mineiro e montou um grupo experiente – a maioria em seu último ano de júnior. “Temos as mesmas dificuldades dos demais clubes do interior, mas o elenco tem qualidade e não somos líderes por acaso”, comentou.

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Christiano Jilvan

Jornalista com quase 20 anos de profissão. Foi repórter e subeditor do Jornal de Notícias por mais de uma década, além de freelancer para os jornais O Globo, Folha de S. Paulo, Estadão, Estado de Minas e O Tempo. Colaborador para as TVs Geraes, Canal 20 e InterTV e Rádios Terra AM e Transamérica FM.

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