Trabalho agora é na quadra

COM POMPAS, BMG/Montes Claros apresenta novo time e aposta que modelo de organização possa ter espelhos no esporte local

COM A casa cheia, o BMG/Montes Claros apresentou a sua nova cara para a torcida em evento na praça da alimentação do Ibituruna Shopping Center, na noite dessa quarta-feira. Prestigiado por autoridades, como o presidente da Federação Mineira de Vôlei, Carlos Rios, empresários, imprensa e, claro, a torcida, o evento contou com todas as pompas de um lançamento oficial, com direito à estreante musa Verena Moura.

UM PAINEL eletrônico de quinze metros foi instalado ao palco para apresentação dos patrocinadores e demais parceiros do projeto, enquanto cada integrante da comissão técnica e jogadores foram anunciados um por um. Os nomes, currículos e fotos eram mostrados num telão à frente da praça de eventos, mas foi inevitável o suspense do público pela ausência de Federico Pereyra, oposto da seleção argentina contratado pelo Montes Claros.

HAVIA RUMORES sobre a possível ida dele para o mercado europeu diante da boa campanha na Superliga Mundial (foi o quarto maior pontuador), o que o próprio jogador tratou de desmentir através de um vídeo no telão. Na gravação, o gringo aparece com a camisa da seleção argentina, se apresenta em “portunhol” e promete empenho e garra em sua nova casa. Ao final, retira o uniforme de seu país. Por debaixo, estava com a camisa do BMG/Montes Claros.

NOS PRONUNCIA
MENTOS, a gerente comercial do BMG Amanda Ituassu deixou claro que o apoio do banco ao projeto do time de vôlei não é uma aposta. “A marca do BMG é, atualmente, está entre as de maior visibilidade no esporte brasileiro. Por isso, estabelecemos critérios para apoiar projetos. É uma satisfação para os diretores do banco BMG renovar esta parceria”, disse.

ENTRE OS argumentos sobre a importância do vôlei para a cidade, o prefeito Luiz Tadeu Leite justificou o apoio da administração: “o esporte é uma prioridade permanente e não pode ser a última delas”.

JÁ O diretor executivo do clube, Victor Oliveira preferiu falar da projeção que o time dá para a cidade. “O projeto foi abraçado por todos e como temos o mesmo nome, a cidade e o time, sempre vamos conjugar nossas ações no plural”. Felipe Oliveira, presidente da fundação mantenedora do time, considerou o projeto do vôlei como agente transformador sobre ação e organização do esporte local.
Compartilhar no Google Plus

Christiano Jilvan

Jornalista com quase 20 anos de profissão. Foi repórter e subeditor do Jornal de Notícias por mais de uma década, além de freelancer para os jornais O Globo, Folha de S. Paulo, Estadão, Estado de Minas e O Tempo. Colaborador para as TVs Geraes, Canal 20 e InterTV e Rádios Terra AM e Transamérica FM.

1 comentários:

Anônimo disse...

Agora é hora de investir no esporte da cidade de verdade