O Moção enquanto o Mocão não vem

COMENTEI O assunto na coluna impressa do Jornal de Notícias, semana passada. Agora publico aqui na VENETA.

A CONSTRUÇÃO
de um estádio municipal de pequeno porte faz parte do projeto de urbanização do Parque João Botelho (ou Mangues ou das Mangueiras como preferir), entre a Vila Luiza e os bairros Antonio Pimenta e Morrinho. A obra seria o melhoramento propriamente dito do campo de futebol já existente no local, que inclusive recebeu recentemente um sistema de iluminação completo, dentro de um programa específico da Cemig (Campos de Luz).


MOÇÃO

OS RECURSOS
para a obra são de emendas dos deputados Saraiva Felipe (R$ 134 mil) e Jô Morais (R$ 500 mil). Uma informação curiosa: o local já foi batizado de Moção, por culpa de um erro de digitação para a publicação do edital de tomada de preços para a construção das arquibancadas, com capacidade será de 3 mil lugares.


AO QUE parece, alguém na comissão de licitação ao elaborar o edital entendeu o projeto como se fosse alusivo ao Mocão, o que de fato não tem qualquer relação. O estádio municipal decantado há mais de 30 anos, em terreno do Grande Delfino, teve seu convênio extinto e a Prefeitura devolveu os recursos que estavam depositados na Caixa ao Governo Federal – devidamente corrigidos diga-se de passagem.
VOLTA

A IDEIA DO município, a partir de uma dica do Ministério do Esporte e a garantia de que os recursos voltarão, é de estabelecer outro convênio. O projeto do novo Mocão, em uma parceira público-privada, é de R$ 11 milhões com recursos de empresas, emendas de deputados e as verbas do Ministério. Esperar para ver.
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Christiano Jilvan

Jornalista com quase 20 anos de profissão. Foi repórter e subeditor do Jornal de Notícias por mais de uma década, além de freelancer para os jornais O Globo, Folha de S. Paulo, Estadão, Estado de Minas e O Tempo. Colaborador para as TVs Geraes, Canal 20 e InterTV e Rádios Terra AM e Transamérica FM.

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