Agenda social e a possibilidade de briga pelo título do JAB’s

BRUNO ZANUTO e Rodriguinho citam torcida e cidade e sinalizam preferência para ficar em Montes Claros por mais uma temporada

PRATICAMENTE todos os jogadores falaram a respeito da eliminação e do que vislumbram para o futuro em Montes Claros. O supervisor William do Prado adiantou que nos próximos dias a agenda de treinos ficará um pouco de lado em substituição a compromissos sociais fora de quadra, com visitas às entidades filantrópicas e educacionais. “É o lado social do vôlei; o legado que esse time tem que deixar para a cidade", completou. Ele comentou também sobre a possibilidade de disputa dos Jogos Abertos Brasileiros (JAB’s), como campeão geral do JIMI/2010. Os JAB’s acontecerão em Poços de Caldas, Sul de Minas.

“A FICHA NÃO caiu. Falo por mim e estou ainda sem rumo. Estava muito confiante em estar aqui hoje (ontem), neste ginásio, para treinar e fazer o terceiro jogo logo mais à noite”, desabafou o ponteiro Bruno Zanuto. Aproveitou para falar da relação do time com a torcida: “seja qual for o esporte, para qualquer profissional é um prazer contar com torcedores como esses. O exemplo de Montes Claros é invejado em todo Brasil e a torcida vai sim pesar na decisão do atleta sobre permanecer no clube”.

UM DOS LÍDERES natos do grupo, o levantador Rodriguinho considerou a Superliga mais complicada que a anterior, quando o time foi vice-campeão. E ainda deu sinais de que a permanência é questão de tempo. “Me adaptei muito bem à cidade, assim como minha família. Se estou bem na cidade não vejo motivo para sair”, adiantou o capitão do time. Segundo ele, haverá paciência de sua parte em esperar a estruturação financeira do clube para depois discutir a renovação.

NO REVEZAMENTO na função de oposto ao longo aos 30 jogos, Alemão e Leandrão tem análises parecidas. “Diria que aconteceu uma rivalidade sadia. Às vezes, a torcida não sabiam nem quem gritar”, disse Leandrão. Já Alemão preferiu evitar comparações com a campanha do time anterior, que tinha Lorena, de sua posição, como ídolo máximo da torcida. “As comparações são inevitáveis, mas o Lorena teve sua história e nós estamos vivendo uma outra”.
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Christiano Jilvan

Jornalista com quase 20 anos de profissão. Foi repórter e subeditor do Jornal de Notícias por mais de uma década, além de freelancer para os jornais O Globo, Folha de S. Paulo, Estadão, Estado de Minas e O Tempo. Colaborador para as TVs Geraes, Canal 20 e InterTV e Rádios Terra AM e Transamérica FM.

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