Cristiano Júnior: “diferença entre nossa oferta e a pedida do Ortiz foi de 30%”

ATÉ SEGUNDA ORDEM, o Funorte está fechado para novas contratações. Pelo menos foi o que deixou a entender o superintendente do clube, Cristiano Dias Júnior, ao conversar com a imprensa no Centro de Treinamento Aymorés, no Distrito Industrial, hoje à tarde, durante a apresentação do atacante Dandão. De acordo com o dirigente, embora o clube tenha trabalhado em cima de vários nomes, a questão financeira pesou para o acerto final e a desistência de outros nomes que foram comentados, como o meia Ortiz e o lateral esquerdo Beto.

Esta é a lista de reforços é derradeira?
CRISTIANO JÚNIOR
– “Acredito que já temos o número suficiente de jogadores para dar sequência ao trabalho de preparação para disputar o Campeonato Mineiro”.

O nome do meia argentino Ortiz foi bastante comentado e parecia faltar apenas a assinatura de contrato para ele chegar à cidade. Por que não deu certo a contratação do primeiro estrangeiro na história do clube?
CJ
– “Realmente tudo estava encaminhado para este acerto e seria uma de nossas principais contratações, mas o empresário mudou alguns valores na reta final e isso ficou fora da realidade do Funorte. O mesmo aconteceu no caso do volante Serginho Carioca, que já passou pelo Atlético”.

Muita diferença entre o que o Funorte propôs e o empresário pediu?
CJ
– “Diria que algo próximo a 30% e esse ônus inviabilizaria outras contratações”.

Eles têm o mesmo representante?
CJ
– “Sim, o Anderson Nassrala. Mas isso é apenas coincidência, até porque o Vinícius, zagueiro que estamos anunciando agora, também é representado por ele e conseguiu fechar com o Funorte”.

Hoje foram confirmados os goleiros Washington e Raphael Barros, mas na semana passada vocês já haviam anunciado o Felipe. Ele não vem mais?
CJ
– “Chegamos a anunciá-lo na semana passada sim, mas como nada foi assinado ele preferiu a proposta de outro clube. Houve até uma confusão de nomes na imprensa. Esse não é o goleiro Felipe Sanches, que trabalhou com o Wagner no Uberlândia”.
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Christiano Jilvan

Jornalista com quase 20 anos de profissão. Foi repórter e subeditor do Jornal de Notícias por mais de uma década, além de freelancer para os jornais O Globo, Folha de S. Paulo, Estadão, Estado de Minas e O Tempo. Colaborador para as TVs Geraes, Canal 20 e InterTV e Rádios Terra AM e Transamérica FM.

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