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Bronca não ficou apenas no pênalti

O LAMENTO GERAL do Funorte foi a atuação do árbitro Renato Cardoso Conceição, a começar pelo lance do pênalti sobre Wesley, que gerou o gol da vitória do adversário. “A falta não existiu e a confusão do árbitro foi tamanha que ele expulsou o jogador errado, que não estava no lance”, desabafou o técnico Wagner Oliveira, já nessa segunda-feira.

UM FATO A se considerar: o juiz estava longe do lance, mas na súmula da partida divulgada pela FMF ele dá detalhes do lance: “expulsei o número 3 do Funorte (Anderson Vieira - à esquerda da foto acima) em deferência ao segundo amarelo por calçar o adversário (...) na altura do tornozelo esquerdo”.

O MAIS CURIOSO
é que, no lance da penalidade, quem estava próximo ao atacante Wesley era Vinícius Zaqui, o outro zagueiro do Funorte e, independente do marcador, não houve contato físico algum. O auxiliar técnico Hamilton Lima foi expulso do banco tricolor ao reclamar da marcação.

MAIS UMA

OUTRA BRONC
A do time montes-clarense foi a falta de critério para advertir o time do Atlético em relação à violência das faltas cometidas sobre Ualisson Mineiro (foto ao lado). Com Richarlyson, Werley, Serginho e Réver (esse que foi ao chão duas vezes após ser driblado pelo atacante do Funorte), os visitantes adotaram a tática do “rodízio” para conter os avanços do jogador, mas na base da violência.

EM UM DELES
, Ualisson foi parar fora do campo após uma entrada forte de Werley e sofreu um corte na boca. O árbitro sequer marco
u a falta. Por causa do problema, ele ficou em atendimento do lado de fora do campo por cinco minutos. (fotos: Léo Pontes/O Tempo)

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