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BMG/Montes Claros: derrota para o Cimed é para tirar lições

NEM MESMO a quebra do próprio recorde geral de público na Superliga, com 6,7 mil pessoas presentes (trezentos e 30 a mais que na vitória diante do Sada/Cruzeiro, ainda em dezembro), foi suficiente para empurrar o BMG/Montes Claros na manutenção de sua invencibilidade em casa. Irregular em praticamente todos os fundamentos, o time foi derrotado pelo Cimed/SC por 3 a 1, sábado à tarde, no Ginásio Poliesportivo Tancredo Neves, em jogo válido pela 15ª e última rodada do turno.

APENAS O oposto Alemão, que começou no banco, mas foi mantido no time desde o primeiro set, mostrou estabilidade e foi o maior pontuador da tarde, com 22 acertos, sendo três aces.

O JOGO só não deve ser esquecido pelo time porque os erros cometidos já servem de lição para insistentes análises dos jogadores e comissão técnica no dever de casa entre treinos e preleções. O objetivo do Esquilão é, na pior das hipóteses, terminar a primeira fase na quarta colocação para ter a vantagem dos mandos de quadra nos primeiros play-offs e continuar sendo apontado como um dos favoritos ao título.

ESSA É justamente sua posição na classificação geral da atualidade. Até lá serão mais 15 jogos e muito trabalho.


COMO FOI

NO PRIMEIRO SET, o Cimed esteve à frente nos dois tempos técnicos e soube explorar bem o bloqueio do Montes Claros. Também contou com os erros dos montes-clarenses de recepção e saque para fechar em 25/20. No sete seguinte, já com Alemão como titular, veio a reação, mas com susto, já que ficou atrás nos pontos iniciais até o primeiro tempo técnico. Os contra-ataques com Thiago Salsa, os ataques de Bruno Zanuto e os aces de Alemão foram determinantes para o empate: 25/22.

NO TERCEIRO SET
a torcida penou, embora tenha empurrado em todo o momento. O BMG/Montes Claros esteve irreconhecível na recepção, passe e principalmente nos contra-ataques. “Desperdiçamos demais as chances de devolver a bola”, resumiu o ponteiro Bruno Zanuto.

DECISIVO PARA o Montes Claros e de afirmação para os catarinenses, o quarto set foi o mais equilibrado. O Cimed abriu quatro pontos de vantagem (6x10), mas a reação foi imediata com os saques forçados de Alemão e a “rede” mais alta para bloqueios com Salsa, Giovanni, Zanuto e Leandrão dependendo da formação. Mas a igualdade durou até o 21º,quando os erros voltaram a acontecer, além da mão certeira do rival Bob. O Cimed acabou fechando a partida em 25/21.

BRONCA GERAL

EMBORA NÃO tenham associação direta ao resultado final, os quatro erros grosseiros da arbitragem nos três primeiros sets, em especial do capixaba Rogério Espicalsky (1º árbitro), todos a favor do Cimed, desestabilizaram os jogadores do Montes Claros, além de revoltar a torcida. Nunca um árbitro foi tão vaiado desde a estreia do Esquilão na Superliga, em 2009.

Um comentário:

gleisson disse...

Devemos esqueçer arbitragem e lembrar dos nosso proprios erros. Pelo amor de deus será que talmo não viu que saque balanceado em cima do cimed é pe pegar o ponto entregar para eles, por que na hora desses saques os reservas não entram apenas para sacar? alias alem de balanceado e tolo ainda sempre pra fora. Não podemos pensar em titulos com um time que não ta sacando e não ta bloqueando nada. saque é fundamental para desequilibrar um time como o cimed. é de uuma revolta tremenda ver um time vim aqui e calar o caldeirão. O lorena era explosivo mas era vibrante, ta faltando isso no montes claros. O nosso time era time de guerreiros e se quizer continuar sendo, tem que ter sacudida. Talmo fez o que pode mas esqueçeu do maldito saque affffffffff. O alemão arrebenta em um jogo e no outro entra na reserva, por que?
Estamos com o montes claros e queremos uma reviravolta urgente.
abraços.

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