Coleção de vitórias nas primeiras rodadas deixa torcida confiante

OS "EXIGENTES" IRMÃOS Victor Hugo e Sofia até apontam o craque do time do Montes Claros

RESPONSÁVEL PELOS recordes de público na Superliga anterior e nesta edição, na qual já registrou 17.582 pessoas nos seus quatro jogos em casa – média de 4.395/jogo –, a torcida do Montes Claros vai acompanhar o jogo desta quinta-feira a distância, mas a confiança de que a invencibilidade será mantida a mesma como se fosse para assistir um duelo no Ginásio Poliesportivo Tancredo Neves. (FOTO: Patrícia Gomes Ribeiro)

A ANÁLISE É DAQUELES que estão acompanhando o Pequi Atômico no ginásio do Monte Carmelo nos jogos contra o Santo André, São Bernardo, Londrina e São Caetano. “O Leandrão está sendo o melhor jogador, porque é o mais forte e faz de tudo na quadra”, analisa o estudante Victor Hugo Ramos, de 10 anos, que assistiu ao lado da família a vitória sobre o São Caetano/Tamoyo, sábado passado, por três a zero.

POR CAUSA JUSTAMENTE dos estudos, “pois dorme cedo”, ele não pode acompanhar os jogos de meio de semana, mas a mãe, a médica Daniella Ramos, explica o que acontece aos finais de semana: “se o jogo cai no sábado ou domingo, o agito é o mesmo de sempre: tudo para vir ao vôlei”. A vontade de Victor Hugo era também de entrar em uma quadra de vôlei, mas como “não tem altura”, segue como atacante no futebol que pratica na escola; e com a camisa do Cruzeiro.

AO LADO DO AVÔ QUE tem o mesmo nome do irmão, Sofia Ramos, de sete anos, faz coro em casa para que a família sempre esteja no caldeirão do Monte Carmelo. “Gosto de jogar e assistir e o time de Montes Claros é o melhor de todos que já vi”, disse a pequena torcedora, que atualmente cursa a primeira série.

“AGORA TEM MAIS”

SIMÃO SOARES, MECÂNICO que trabalha ao lado do Poliesportivo, certamente está entre torcedores que podem ser chamados de fanáticos. Acompanha até mesmo os treinos e dá seus pitacos sempre que pode. Acha que o time atual é melhor se comparado àquele que foi vice-campeão na temporada passada. “O Lorena era o termômetro de tudo. No dia que ele não estava bem, o time desandava”, comentou.

HOJE, ACHA O REVEZAMENTO entre Alemão e Leandrão uma tática importante do técnico Talmo de Oliveira para variar as jogadas mais fortes do Montes Claros. Mas ainda acha que falta mais concentração ao time. “Os erros têm sido bobos. Dá para ganhar com menos drama”, finalizou Simão.
Compartilhar no Google Plus

Christiano Jilvan

Jornalista com quase 20 anos de profissão. Foi repórter e subeditor do Jornal de Notícias por mais de uma década, além de freelancer para os jornais O Globo, Folha de S. Paulo, Estadão, Estado de Minas e O Tempo. Colaborador para as TVs Geraes, Canal 20 e InterTV e Rádios Terra AM e Transamérica FM.

1 comentários:

Dabliu Ramos disse...

Ficou excelente a matéria, PARABÉNS!!!!