Sobre a grama do JMM

NOS PONTOS PELADOS

O ESTÁDIO JOSÉ Maria Melo ou JMM (abreviação inevitável para atender títulos e subtítulos nos impressos e sites) já virou canteiro de obra, a começar pela nova roupagem do gramado. Com o tempo de recuperação mais curto do que o previsto, tendo em vista da possibilidade de a estreia do Funorte na Elite acontecer em casa, no dia 30 de janeiro, a empresa contratada, Funorte, Cassimiro e Prefeitura chegaram à conclusão de que a reforma do campo, com a colocação de placas de grama nos lugares considerados crônicos (ou “pelados”), será mais viável no momento do que a recolocação de um novo gramado.

A CHUVA...

ISSO EXIGIRIA pelo menos 60 dias de trabalho sem interrupções, o que seria impossível no período chuvoso no qual já estamos. Aliás, e que dilúvio na tarde/noite de ontem, hein? Índice acima dos 80 milímetros (a previsão era de apenas 22 mm). Pela intensidade, que deixou ruas e praças alagadas em todos os pontos da cidade, tudo indicava que o JMM também teria a sua “piscina” improvisada; e com direito a muita lama. Dito e feito: a água alcançou um metro na parede de fora dos vestiários.

O ALAMBRADO

FORA DAS QUATRO linhas, dentre as tantas obras anunciadas, o JMM vai ganhar um novo alambrado, com material mais resistente. Tudo em volta ao gramado no que se refere a tela será integralmente trocado, ao custo de R$ 30 mil. E nos dias de jogos é bom que a torcida saiba, de antemão, que está fora de cogitação ficar pendurado no alambrado. O último degrau, por orientação da Polícia Militar, como é feito na Arena do Jacaré, será isolado por cordas. Sem acesso durante os jogos.

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Christiano Jilvan

Jornalista com quase 20 anos de profissão. Foi repórter e subeditor do Jornal de Notícias por mais de uma década, além de freelancer para os jornais O Globo, Folha de S. Paulo, Estadão, Estado de Minas e O Tempo. Colaborador para as TVs Geraes, Canal 20 e InterTV e Rádios Terra AM e Transamérica FM.

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