O porquê da provável mudança de campo

TÃO LOGO FOI confirmado como o dono da segunda vaga de acesso do Módulo II/2010 para a Primeira Divisão/2011, o Funorte sinalizou a possibilidade de "adotar" o estádio João Rebello como sua casa. Até então, o clube sempre jogou no Estádio José Maria Melo, pertencente ao Cassimiro de Abreu, que tem uma agenda de compromissos a cada semana, com escolinhas, peladeiros e jogos de competições amadoras.

COMO PRECISARIA FECHÁ-LO para uma reforma quase que completa e atender o rigor das exigências aos integrantes da 1ª Divisão, algo aparentemente inviável para os cassimirenses que têm o campo como uma das fontes de renda, a opção foi tentar um acordo com o Ateneu.

HÁ PELO MENOS quatro anos, o clube do bairro São José não disputa nenhuma competição e, como consequência disso, o seu estádio ficou fechado e se deteriorou por completo. A diretoria, por várias vezes, ensaiou uma reforma, a começar por um novo gramado, mas nunca conseguiu juntar recursos para tal. A necessidade do Funorte em ter um campo apto à Elite Mineira e do Ateneu em arrumar sua casa, de uma vez por todas, é quase que colocar em prática do ditado: "juntar a fome de um com a vontade de comer do outro".

DO LADO DO FUNORTE, pressa parece ser a palavra da vez. O clube pensa em usar outubro inteiro para cuidar do novo gramado e, paralelamente, iniciar a reforma física, que não será pouca: novos vestiários, bancos de reserva, bares, portões de acesso, área de escape e, claro, novas arquibancadas. A primeira novidade ficaria por conta do fim do barranco de trás do gol da rua Ângelo de Quadros, cujo local receberia um lance de arquibancada para cerca de mil torcedores.
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Christiano Jilvan

Jornalista com quase 20 anos de profissão. Foi repórter e subeditor do Jornal de Notícias por mais de uma década, além de freelancer para os jornais O Globo, Folha de S. Paulo, Estadão, Estado de Minas e O Tempo. Colaborador para as TVs Geraes, Canal 20 e InterTV e Rádios Terra AM e Transamérica FM.

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