Advogado Portinho: "foi feita a Justiça"

COM DEFESAS bem sucedidas em seu currículo, algumas de grandes clubes do País como o Vasco e do jogador Dodô em uma acusação de dopping, Carlos Portinho foi o advogado do Funorte no STJD.
PARA ELE, EM entrevista à Rádio Itatiaia, a decisão foi absolutamente sensata, pois os auditores seguiram "a jurisprudência que preza pelo respeito ao regulamento, como aconteceu com outros julgamentos, inclusive envolvendo clubes da 1ª Divisão do futebol brasileiro".
O DEFENSOR destacou ainda que, para qualquer instância, o argumento é o mesmo: "se não está no BID, não está na competição". Por fim, afirmou: "foi feita a Justiça. A estabilidade de uma competição está em preservar suas regras".
ACREDITAVA QUE, o Mamoré teria dois caminhos para sair da acusação: “se existisse alguma suspeita de rasura, deveria imediatamente avisar à FMF ou acionar o Tribunal de Justiça Desportiva; não fez nem uma coisa nem outra”.
SOBRE a proclamação da vaga ao Funorte, “trata-se apenas de uma questão administrativa da FMF, mas é fato que, a partir de agora, o Funorte fica na condição de o melhor classificado de sua chave na semifinal do Campeonato Mineiro do Módulo II”.
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Christiano Jilvan

Jornalista com quase 20 anos de profissão. Foi repórter e subeditor do Jornal de Notícias por mais de uma década, além de freelancer para os jornais O Globo, Folha de S. Paulo, Estadão, Estado de Minas e O Tempo. Colaborador para as TVs Geraes, Canal 20 e InterTV e Rádios Terra AM e Transamérica FM.

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