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Mais um três a zero; vôlei no Velho Chico; "o grupo da morte"

MAIS UM TRÊS A ZERO

O MONTES CLAROS/FUNADEM manteve a terceira colocação geral da Superliga com a vitória da noite passada, sobre o Lupo/Náutico/Let's, no Ginásio Gigantão, em Araraquara. Três sets a zero, parciais de 25/22, 28/26 e 25/22, em uma hora e vinte minutos de jogo. Foi a penúltima rodada do turno.

PIÁ ENTRA

A NOVIDADE NO time foi Piá como titular, na vaga de Ezinho. Mas, no segundo set, o veterano ponteiro já estava de volta, mas no lugar de Diogo. Lorena com 17 e o próprio Piá com 12 foram os maiores pontuadores do dia, que teve, ainda, como destaque, o central Deivid com sete bloqueios. O time agora tem 28 pontos e vai permanecer no interior de São Paulo para mais um compromisso: sábado, às 18 horas, contra o Vôlei Futuro, em Araçatuba.

MAIOR PONTUADOR GERAL

COM OS PONTOS
da vitória em Araraquara, Lorena passou a ser o maior pontuador de toda a Superliga Nacional. São 260 pontos, sendo 207 de ataque, 37 de saques e 16 de bloqueios. Em Araraquara, voltou a acertar a mão nãos saques e fez quatro aces. Wallace Souza, seu concorrente mais próximo, fez apenas sete na mesma quinta-feira, contra o Volta redonda. Veste a camisa do Sada/Cruzeiro e anotou 254.

EFEITO TRICOLOR

O PESSOAL DA
Área, a Associação Regional dos Engenheiros e Arquitetos, ficou como dizem os mais antigos “todo prosa” depois que ganhou essa última edição do torneio dos Profissionais Liberais da AABB. Claro que em tom de brincadeira, mas não é para menos: são três títulos nos quatro últimos anos. Guilherme Guimarães e Donizete Oliveira, que ganharam o prêmio de melhores coordenadores de equipe, até concordaram: “concorrente mesmo só a do São Paulo, que fez o mesmo no Brasileiro”.

GRINGAIADA

COM UM
equatoriano, dois paraguaios e um uruguaio, a comunidade estrangeira do Atlético ganhou as manchetes e muitas dúvidas.
UMA DELAS É sobre o limite na escalação, como nos perguntou o gente boa João Edeir, lá da Unimontes.
A LEGISLAÇÃO do Brasil permite somente três gringos por partida, independente se forem titulares ou reservas.
RESUMINDO, o clube pode até ter duzentos estrangeiros em seu elenco, mas aproveita apenas três em cada jogo oficial.
SEGUNDO o site www.gringosfc.blogspot.com, o Galo está entre os cinco primeiros clubes brasileiros no ranking de registro de atletas estrangeiros.
A LISTA ALVINEGRA não está atualizada, mas somadas ao quarteto atual seriam 22 nomes, alguns notáveis como Cincunnegui, Ortiz e Mazurkiewicz, mas também há as lástimas Prieto, Kanapkis, Agustín Vianna, Fabbro e Rentería.

VÔLEI NO CHICO

O NORTE DE MINAS vai ganhar o circuito “Velho Chico” de praia, a partir de abril. As onze etapas previstas, como o nome sugere, serão nas cidades ribeirinhas a partir de Pirapora. A agenda ‘descerá’ o rio até Manga e o ranking, a partir da somatória de todos os resultados, definirá a dupla campeã, com direito a premiação em dinheiro e duas motos 0 KM. A organização é da P&B Entretenimento, do promotor Plínio “Paraíba” Brito.

GRUPO DA MORTE

NÃO SERIA exagero dizer que o Cruzeiro está no ‘grupo da morte’ na Libertadores. Há três clubes que já campeões da Copa na Chave 7 e apenas uma vaga automática. Isso porque a classificação do segundo colocado será pelo índice técnico. Serão seis vagas para oito times que ficarem na vice-liderança dos seus grupos.

BOM CURRÍCULO

SÓ DE ser da escola argentina e ter o título da Libertadores de 1994, o Vélez Sarsfield já merece cuidado, ainda mais se tratando de um dos últimos campeões do seu país (Clausura/2009) e que receberá o Cruzeiro na estreia de ambos. Agora, lidera o campeonato, com quatro pontos em dois jogos, mas ainda não fez qualquer clássico. O zagueiro Otamendi, titular do time de Maradona para a Copa da África do Sul, e o atacante uruguaio Santiago Silva, artilheiro e campeão do Apertura Argentino/2009 pelo Banfield com 14 gols, são os destaques.

RIVAL

O COLO COLO
é um dos principais adversários do Cruzeiro em confrontos continentais, ao lado do Olímpia e River Plate. E essa história cheira a rivalidade e, ao mesmo tempo, muita dificuldade, até porque, no Chile, as pessoas me diziam que a alcunha celeste por lá é “La Bestia Negra” pelo fato de ter goleado o próprio Colo Colo em plena Santiago, por 4 a 0, na década de 90. Em janeiro, os jornais chilenos estampavam como manchete o fato de a diretoria colocolina ter em caixa US$ 5 milhões para investir em reforços, mas o mais importante deles parece ter sido a manutenção de Macnelly Torres, meia colombiano de criação que a Raposa até quis trazer para Minas.

CONTRAPESO

DO EMERGENTE futebol venezuelano, mas sem tradição internacional apesar de ser o 5º de seu país no ranking da Libertadores, o Deportivo Itália será o fiel da balança. Quem dos outros três perder pontos lá ou em seus domínios terá a classificação ameaçada. O currículo não põe muito fé, apesar de ter até jogadores italianos em seu elenco, mas todos os três de dupla cidadania.

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